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quinta-feira, junho 04, 2009

As Propriedades dos Materiais


Relatório de aula:

Hoje, na nossa escola, na aula da manhã, estamos a falar sobre os diferentes sons dos objectos.
Estamos a falar sobre a força das molas da caneta, quando ela põe o bico para fora para escrever e quando ela mete o bico para dentro verificando a sua elasticidade. E falamos ainda de outras características.

Vamos agora fazer experiências.
Agora estamos a falar dos cuidados a ter ao fazer as experiências, para sabermos como fazer as experiências mais complicadas quando formos grandes.
Para fazermos uma experiência é preciso lavar as mãos, não cheirar, não beber e nem provar qualquer produto.
Os materiais que são precisos para fazer uma experiência bem feita, entre outros, são lupas, copos graduados, tubos de ensaio e funis.
Os tipos de produtos que se podem usar em experiências são, por vezes, perigosos. Por isso eles trazem rótulos como: Produto Inflamável, Produto Explosivo, Produto Tóxico e Produto Irritante.

Agora falamos de diferentes tipos de experiências que podem ser realizadas com água, com areia e com sal. A nossa experiência de hoje é assim:


Protocolo de experiência científica

Materiais:
-seis frascos de vidro
-1 colher de madeira
-corantes
-1 garrafa de água
-1 vareta
-guardanapo de papel

Procedimento:
1-Enche cada frasco com água diminuindo a quantidade em cada um deles, tal como observas na figura - 8 frascos.
2- Adiciona os corantes que te ajudarão a verificar os diferentes níveis de água.
3-Toca nas garrafas da primeira até à última.
4-Desenha o que observaste.
5- Regista as conclusões.

Conclusões:

Se enchermos um copo com muita água então o som é grave.

Se batermos com uma vareta por fora do copo e batermos também por dentro do copo cheio de água, então verificamos que o som se propaga mais rapidamente no ar do que na água.

Na nossa experiência de hoje, vimos que utilizando um conjunto de garrafas de vidro com água e diminuindo a sua quantidade progressivamente conseguimos obter um aquafone.

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula.

terça-feira, abril 28, 2009

A Visita ao Pavilhão da Água

No dia 20 de Abril, fomos de autocarro ao Pavilhão da Água, que fica no Porto. Quando lá chegamos, parecia uma casa; mas afinal era um pavilhão.
Quando nós entrámos vimos um grande peixe que se movimentava e os olhos acendiam quando rodávamos uma manivela que fazia com que a água caísse e produzisse energia eléctrica.
Na segunda experiência vimos botas que recebiam água e, da mesma maneira, faziam o peixe abanar o corpo.
No primeiro andar, tinha lá várias experiências. Uma delas, que nos chamou mais a atenção, foi um sino de água. Nele, nós púnhamos um dedo e aquilo aumentava ou diminuía.
Nós gostámos muito da visita.

Trabalho de grupo: Tatiana, Diogo, Rui Crz e Rafael

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula.

terça-feira, abril 21, 2009

Visita ao Pavilhão da Água


Quando nos fomos o pavilhão da água nos vimos lá : um peixe que deitava água pela calda e da calda ia para um moinho do moinho ia para outro e era sempre a sim mas no fim nos rodávamos umas manivelas e engia um copo cheio de água e quando enchia o copo todo o olho do peixe dava los vermelha e cisemos experensias .
E vimos um filme mas era peceno.
Quando fomos para sima vimos foracoins , trunados e a água com algas peceninas nem se via e vimos micor vios só vos aviso a água que pares que esta linpa ta soja mas poden vever da truneira e de garafas não fas mal .


Quando nós fomos ao Pavilhão da Água, logo à entrada, fizémos umas experiências e vimos um pequeno filme.
Depois, vimos um peixe que deitava água pela cauda e que da cauda seguia para um moinho. Desse moinho ia para outro e era sempre assim, mas no fim nós rodávamos umas manivelas e enchia-se um enorme copo de água. O olho do peixe acendia então uma luz vermelha.
Quando fomos para cima vimos furacões, tornados e a água com algas pequeninas que nem se viam a olho nu. Vimos esses micróbios ao microscópio.
Deixo-vos um aviso: a água que parece que está limpa pode estar suja. Mas podem beber da torneira e de garrafas. Não faz mal. Essa água é boa.

Obs: Trabalho pessoal mas contextualizado com a sala de aula. O texto original é publicado de modo a que o Rui Pedro possa comparar o que escreveu com o que eventualmente pretenderia ter escrito.