Hoje é Dia do Pai,
dia de felicidade.
Os pais são todos iguais,
tu és o melhor dentre deles.
Tu és muito carinhoso,
e muito querido,
ajudas-me em todas as situações
sei que gostas muito de mim.
Sei que esperavas este dia
para sentires a minha ternura
Neste dia tão especial
enches o meu coração de orgulho.
Obs: Trabalho colectivo realizado em contexto de sala de aula.
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quinta-feira, março 19, 2009
quinta-feira, janeiro 08, 2009
Como passei oNatal e o Ano Movo e o que recebi
No dia 24 de Dezembro foi dia de Natal.
Fui com o meu padrinho, que vive na Suiça, e com a mulher dele ter com o meu pai. O meu padrinho deu-me 2 bonecas, uma que tem um carrinho pequeno de ir às compras com dinheiro de brincar e tambem mercearia de brincar. Também me deu uma boneca que diz: "mamã! papã!" e chora.
O meu pai deu-me uma boneca de pentear o cabelo, 2 pares de sapatos e 2 pares de calças.
Fui com o meu padrinho, que vive na Suiça, e com a mulher dele ter com o meu pai. O meu padrinho deu-me 2 bonecas, uma que tem um carrinho pequeno de ir às compras com dinheiro de brincar e tambem mercearia de brincar. Também me deu uma boneca que diz: "mamã! papã!" e chora.
O meu pai deu-me uma boneca de pentear o cabelo, 2 pares de sapatos e 2 pares de calças.
quinta-feira, novembro 20, 2008
Aves de Gaiola
Quero informar a todos os meus colegas que tenho as seguintes aves:
Um casal de rolas diamante, dois casais de periquitos, um deles com 3 filhotes e outro que ainda não sei quantos tem, só ouço a piar a pedir comida aos pais, um casal de codornizes, uma caturra domesticada, um canário, dois bico de lacre, dois mandarins, dois bengalinhos, dois pardais de java, dois agapornis. No total, tenho em casa 26 (vinte e seis) aves.
Se não conhecerem algumas destas aves eu peço ao meu pai o livro dos pássaros e levo para a escola para vocês verem.
Rui Pedro
Um casal de rolas diamante, dois casais de periquitos, um deles com 3 filhotes e outro que ainda não sei quantos tem, só ouço a piar a pedir comida aos pais, um casal de codornizes, uma caturra domesticada, um canário, dois bico de lacre, dois mandarins, dois bengalinhos, dois pardais de java, dois agapornis. No total, tenho em casa 26 (vinte e seis) aves.
Se não conhecerem algumas destas aves eu peço ao meu pai o livro dos pássaros e levo para a escola para vocês verem.
Rui Pedro
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terça-feira, novembro 18, 2008
Anedotas
Cúmulo da magreza:
Era uma rapariga tão magra que quando comeu uma ervilha pensou que estava grávida.
Irmãos malucos:
- Senhor Doutor, o meu irmão está a ficar tarado. Julga-se uma galinha e passa o dia o todo a cacarejar como elas.
- Pois então trate de o internar!
-Não posso, Senhor Doutor.Preciso muito dos ovos dele...
Malucos no comboio:
Dois malucos tinham fugido do manicómio e apanharam um comboio:
- Já viste como os postes vão depressa?
- Pois é, para a próxima vou de poste.
- O que estás a fazer?
- A escrever uma carta.
- A quem?
- A mim mesmo.
- E o que diz a carta?
- Não sei. Não vês que ainda não a recebi.
No manicómio:
- Quem és tu?
- Eu sou um enviado de Deus.
- Mentira! Eu não enviei ninguém.
- O que estás a fazer
- A pescar pichirocos.
- Pichirocos? Que peixe é esse?
- Não sei. Ainda não pesquei nenhum.
Malucos em cima de uma árvore:
Estavam dois malucos em cima de uma árvore e um deles caiu:
- Tás maluco?
- Não, tou maduro.
Conversa entre mãe e filho:
O filho perguntou à mãe:
- Mãe, porque é que o pai é careca?
- Porque é muito inteligente.
- Então porque é que tens tanto cabelo?
- Cala-te e come a sopa!
Era uma rapariga tão magra que quando comeu uma ervilha pensou que estava grávida.
Irmãos malucos:
- Senhor Doutor, o meu irmão está a ficar tarado. Julga-se uma galinha e passa o dia o todo a cacarejar como elas.
- Pois então trate de o internar!
-Não posso, Senhor Doutor.Preciso muito dos ovos dele...
Malucos no comboio:
Dois malucos tinham fugido do manicómio e apanharam um comboio:
- Já viste como os postes vão depressa?
- Pois é, para a próxima vou de poste.
- O que estás a fazer?
- A escrever uma carta.
- A quem?
- A mim mesmo.
- E o que diz a carta?
- Não sei. Não vês que ainda não a recebi.
No manicómio:
- Quem és tu?
- Eu sou um enviado de Deus.
- Mentira! Eu não enviei ninguém.
- O que estás a fazer
- A pescar pichirocos.
- Pichirocos? Que peixe é esse?
- Não sei. Ainda não pesquei nenhum.
Malucos em cima de uma árvore:
Estavam dois malucos em cima de uma árvore e um deles caiu:
- Tás maluco?
- Não, tou maduro.
Conversa entre mãe e filho:
O filho perguntou à mãe:
- Mãe, porque é que o pai é careca?
- Porque é muito inteligente.
- Então porque é que tens tanto cabelo?
- Cala-te e come a sopa!
quarta-feira, novembro 12, 2008
O Dragãozinho que Não Sabia Assoar-se
Era uma vez um dragãozinho que não sabia assoar o nariz.
Sempre que o dragãozinho assoava o seu nariz lança-chamas ardia tudo à sua frente. Todos os lenços ardiam fossem eles de papel ou de tecido. Nada resistia aos seus assoos.
O dragãozinho sentia-se mal, muito triste e infeliz. Não controlava o fogo que saía pelo seu nariz. O pai não o conseguia consolar.
A tia Ofélia também se preocupava muito com ele, tal como a professora D. Teresa, o comandante dos bombeiros - era frequente ouvir-se«ti-nó-ni,ti-nó-ni» - e o seu amigo porquinho cor-de-rosa.
Todas as pessoas ficavam surpreendidas ao ver esta amizade. Eles davam-se tão bem que andavam sempre, sempre juntos a brincar e passear.
Certo dia, a professora levou os alunos a passear para uma região desconhecida, cheia de neve.
O dragãosinho espirrou e queimou o mapa. Ficaram perdidos, cheios de medo e de frio. Então, ele queimou a lenha de uma cabana que encontraram e resolveu o problema.
No dia seguinte, pela manhã, regressaram todos à sua aldeia e o dragãozinho foi considerado um herói.
Obs: Esta composição colectiva foi realizada a partir do livro requisitado pelo Nuno Ricardo à biblioteca da nossa escola, com o título 'O Dragãozinho que Não sabia Assoar-se', de Odille Delattre e Benoit Rondia, publicado pela Editora Civilização.
Dário
Sempre que o dragãozinho assoava o seu nariz lança-chamas ardia tudo à sua frente. Todos os lenços ardiam fossem eles de papel ou de tecido. Nada resistia aos seus assoos.
O dragãozinho sentia-se mal, muito triste e infeliz. Não controlava o fogo que saía pelo seu nariz. O pai não o conseguia consolar.
A tia Ofélia também se preocupava muito com ele, tal como a professora D. Teresa, o comandante dos bombeiros - era frequente ouvir-se«ti-nó-ni,ti-nó-ni» - e o seu amigo porquinho cor-de-rosa.
Todas as pessoas ficavam surpreendidas ao ver esta amizade. Eles davam-se tão bem que andavam sempre, sempre juntos a brincar e passear.
Certo dia, a professora levou os alunos a passear para uma região desconhecida, cheia de neve.
O dragãosinho espirrou e queimou o mapa. Ficaram perdidos, cheios de medo e de frio. Então, ele queimou a lenha de uma cabana que encontraram e resolveu o problema.
No dia seguinte, pela manhã, regressaram todos à sua aldeia e o dragãozinho foi considerado um herói.
Obs: Esta composição colectiva foi realizada a partir do livro requisitado pelo Nuno Ricardo à biblioteca da nossa escola, com o título 'O Dragãozinho que Não sabia Assoar-se', de Odille Delattre e Benoit Rondia, publicado pela Editora Civilização.
Dário
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