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sexta-feira, junho 05, 2009

Os Músicos de Bremen - reconto


Era uma vez um burro que acartava às costas sacos de farinha.
Agora que tinha chegado a velho e porque o dono estava sempre a dizer-lhe «Olha as lebres, Piloto! Vai à caça das perdizes.» e era sempre assim, então o burro um dia perguntou-lhe:
-Queres vir comigo tocar para Bremen?
E o Piloto disse:
-Claro que sim, porque não?
Eles lá foram a tocar em direcção a Bremen.
- Cheira-me a gato! - disse o cão.
E então eles encontraram um gato a quem o burro perguntou:
- O que é que tens?
Disse ele:
- A minha dona tentou afogar-me e agora cá estou eu.
E o burro disse:
- Então queres vir connosco tocar na banda de Bremen?
- Porque é que eu não havia de ir? Vamos lá.
O Piloto contou-lhe a sua história. Como estava a ficar velho, o seu dono queria vendê-lo e então ele decidiu fugir tendo conhecido o burro que também já fugia, pelas mesmas razões, para aquela cidade.
Andaram, andaram e então encontraram um galo. Então o burro disse:
-O que é que tens?
E o galo respondeu:
-Amanhã vêm convidados à minha quinta e eu ouvi a minha dona a dizer ao cozinheiro para cozinhar-me para o comer e agora eu fugi de lá de casa para não ser morto.
E o burro disse:
- Queres vir connosco até Bremen?
- Claro que sim - respondeu o galo.
Eles andaram e passado algum tempo já era noite e já se ouviam os lobos a uivar.
Como estava a anoitecer eles dormiam encostados a uma árvore. O gato e o burro dormiam no chão, o gato nos ramos mais baixos, e o galo nuns ramos mais altos do que o gato.
Disse o gato:
- Já que voas, sobe os ramos mais altos e vê se avistas alguma luz.
E o galo disse:
-Eu vejo uma luz lá ao longe.
E todos ao mesmo tempo disseram:
-Então vamos lá.
Lá foram eles, e claro que foi o galo que ia à frente a dizer onde estava a luz, mais ou menos.
Quando chegaram lá o burro, como era o mais alto, foi ele que espreitou por um buraquinho que havia na janela, e disseram os seus companheiros:
-O que é que vês? O que é que vês?
O burro disse:
-Vejo três ladrões à beira duma mesa cheia de comida.
E o cão disse:
- Eu não me importava de estar no lugar deles. Também estou cá com uma fome!...
Pensaram e decidiram: o burro ficava em baixo, depois o cão ia para cima dele, depois o gato ia para cima do cão e então o galo ia para cima do gato, depois o burro começava a zurrar, o cão a ladrar, o gato a miar e o galo a cacarejar.
Ao ouvir aquilo os ladrões fugiram cheios de medo porque pensavam que fosse um fantasma.
Em seguida, os animais comeram, apagaram a luz e foram dormir.
Mas um dos ladrões, o mais corajoso, foi à casa. Viu que a luz que estava apagada mas não a acendeu porque podia acordar o fantasma. Claro que eramos animais e não era preciso ter medo mas como ele pensava que era um fantasma ele estava cheio de medo.
Quando ele chegou lá dentro, viu os olhos do gato que brilhavam no escuro e ele pensou ser uma brasa e ia pôr lá lume. Mas como era o gato, o gato esgadanhou a cara toda ao ladrão, depois ele tropeçou no cão que lhe ferrou a perna, depois o burro deu-lhe um coice e depois ainda ouviu o galo a cacarejar.
Por fim, foi à beira dos amigos dizer como foi, o que tinha acontecido, e disse:
- Fui lá e uma bruxa esgadanhou-me, depois um anão deu-me com um machado, acertou-me na perna, depois um gigante deu-me com um pau e eu fui pelo ar e ainda depois um homem disse «Anda aqui, seu patife».
(inc.)
Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula.

segunda-feira, junho 01, 2009

Dia da Criança, o Teatro dos Músicos de Bremen

Hoje, dia 1 do 6 de 2009, comemora-se o Dia da Criança.
Nós fomos à Casa das Artes ver um teatro que se chamava "Os músicos de Bremen".
Vou contar a história:

Era uma vez um burro que era muito trabalhador. Quando ele ficou velhote, o dono mandou-o embora. Ele queria ser cantor em Bremen e pôs-se a caminho. Ia pela estrada fora quando encontrou um cão abandonado e lhe disse assim:
- Porque estás abandonado?
Respondeu o burro:
-Foi o meu dono que me mandou embora. Porque eu já não caço coelhos.
E o burro disse-lhe:
- Anda comigo para Bremen.
- Sim, vou contigo - disse o cão.
E lá foram os dois amigos por lá fora.
Mais à frente, encontraram um gato junto de um candeeiro.
E o burro disse:
- Anda connosco para Bremen.
- Está bem! - disse o gato.
E lá foram os três amigos estrada fora até que encontraram um galo.
E disseram os três:
- Anda tu também connosco.

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula.

sexta-feira, maio 29, 2009

Os Meus Animais lá de Casa

Os cães são os meus animais preferidos; mas ainda há os gatos, que eu também adoro gatos.
O meu gato foi atropelado e a minha cadela morreu. Agora já tenho outra cadela essa cadela é uma pincher; ela foi duas vezes atropelada mas ainda está viva.
Também tenho um pássaro que se chamase Jacob. Esse pássaro anda a solta e não foge.



Obs: Trabalho pessoal.


terça-feira, março 24, 2009

A luta do cão e do gato

Um dia duas pessoas foram a um jardim numa mãnha de verão e trousserão animais a senhora um gato e o senhor um cão ele foram dar um passeio e deixaram os animais no jardim e o gato disse:
- Tu és farcinho.
- Tu é que és.
E comessarão a descotir quem era mais forte e o gato teve uma ideia
-Vamos fazer uma corrida.
- Vamos lá a isso.
Eles correrão até dezistirem eles fizerão10 corridas empataram as 10 corridas e o cão disse:
-Vamos lutar até ver quem e o mais forte.
-Se tu ganhar eu dou-te uma sardinha mas se eu ganhar tu dasme um osso claro que isso não vai acontesser.
-Olha quem fala o gato farpelas.
-Vamos ver isso na luta.
Eles deram um comperimento e disserão que ganhe o melhor.
Eles comessaram a lutar estava muito riunido eles comessaram a ficar cansados os donos estavam a chegar e eles estavam a dar o massimo.
-Então ferro velho já estas cansado.
-Não
-Acho melhor estares pervenido e conperares um osso de reserva é que vais perder e vaisme dar um osso.
Eles chegarão a um ponto que disseram.
-Desisto
-Desisto
E o donos emtertanto chegara.
Vitoria vitoria acabou a estoria.

Texto editado pelo professor:

Um dia, numa manhã de Verão, duas pessoas foram a um jardim. Levavam consigo animais de estimação. A senhora levava um gato e o homem um cão.
Foram dar um passeio e deixaram os animais no jardim. Disse o gato:
- Tu és fraquinho.-
- Tu é que és.
Começaram então a discutir quem era o mais forte. Vai daí, teve o gato uma ideia.
-Vamos fazer uma corrida.
- Vamos lá a isso.
Correram até desistir. Fizeram 10 corridas e empataram as mesmas 10. Desafiou o cão:
-Vamos lutar a ver quem é o mais forte. Se tu ganhares dou-te uma sardinha mas se eu ganhar tu dás-me um osso. É claro que isso não vai acontecer.
- Olha quem fala! - atirou o gato farpelas.
- Vamos já ver isso na luta.
Afastaram-se, deram um cumprimento e disseram:
- Que ganhe o melhor.
Começaram a lutar. Estava muito renhido e sentiram-se a ficar cansados. Os donos já estavam a chegar e eles a dar o máximo.
- Então, ferro velho, já estas cansado?
- Não.
- Acho melhor estares prevenido e comprares um osso de reserva. É que vais perder e vais ter de me dar um osso.
Até que lá chegaram a um ponto que soltaram ambos em simultâneo:
- Desisto.
- Desisto.
E os donos entretanto chegaram.
Vitória, vitória, acabou a estória.

segunda-feira, março 09, 2009

O Cão e o Gato

Era uma vez um cão e um gato.
O cão vivia numa casota e o gato numa árvore.
Um dia o cão viu o gato em cima da árvore. O cão não gostava nada, mesmo nada dos gatos; por isso, queria comê-lo.
Disse o cão:
- Gato, gato anda aqui à minha beira.
O gato, todo contente, foi à beira do cão e perguntou-lhe:
- O que é? Que queres ?
E o cão disse :
- Vamos para a minha casota.
O gato respondeu :
- Está bem.
- Ainda bem que queres vir comigo. Depois vamos dar um passeio na bouça.
- Deve ser bonita, a bouça, mas... é muito longe da tua casota?
- Não é longe. Por acaso é muito perto, mas voltamos ainda de dia.
- Então está bem. Porque tu não vês no escuro.
- Não. Eu vejo no escuro como tu mas quero ir de dia para ver os meus amigos cães.
- Eu quero ver os meus amigos gatos e os meus pais.
Eu vou andar a caçar ra.
O que é que tu vais fazer com os teus amigos cães ?
- Vou caçar gatos, mas não é a ti. Podes estar descansado.
- Está bem! Já estava a ficar assustado.
- Então vamos lá à bouça. Lá tem comida para mim.

Texto redigido em grupo com a Sara.

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula.

domingo, novembro 16, 2008

O Gato que Não Sabia Miar

Era uma vez um gato que não sabia miar.
A mãe dizia-lhe sempre a mesma coisa, que era assim:
- Tens que falar como os gatos de verdade porque se não és um gato a brincar.
Um dia a professora mandou-lhe falar como os gatos de verdade mas ele dizia à professora que não sabia falar assim como a professora queria.
Noutra altura a professora levou-os a um passeio desconhecido. Só a professora é que conhecia o trajecto e eles andaram o caminho todo a perguntar a mesma coisa.
As únicas pessoas que se preocupavam pelo facto de o Gato não saber miar era um cão que se chamava Victor. Eles davam-se muito bem. Eram muito amigos.
E todas as pessoas achavam aquilo estranho porque todos sabiam que todos os cães e gatos se davam muito mal. Mas não aqueles! Aqueles davam-se bem.
Por fim, quando chegaram ao destino ficaram espantados porque aquilo estava tudo coberto de neve.
Dormiram num hotel de cinco estrelas e o comandante mandou o Gato miar. Ele bem tentou e toda a turma deu-lhe apoio para ele conseguir; e parecia que não ia conseguir miar. Mas o gato desta vez não desistiu e tentou, tentou. Tanto tentou que até conseguiu miar. Logo que amanheceu foram-se embora cada um para sua casa e o Gatinho contou logo tudo à mãe, que ele tinha conseguido miar tão bem como a mãe e o pai.

Diogo