Era uma vez uma história que se sentia só na vida. Não tinha nimguém com quem conversar, não conhecia nem príncipes nem princesas, nunca tinha ido passear pela floresta, não sabia nada de mágicas nem de maravilhas, e, por muito que custe a acreditar, nunca tinha viajado de foguetão ou de sonho.
Passava os dias sentada junto de uma velha lareira, há muito apagada, dentro de uma casa velha.
Alguém a devia ter trazido para ali, por engano, ali a tendo deixado por puro esquecimento.
Um dia, para grande espanto da nossa história abandonada, pareceu-lhe ouvir chorar do lado de fora da vidraça embaciada da cozinha.
A muito custo, levantou-se e espreitou: uma pequena gota de água pendurada de um beiral, soluçava em grande aflição:
- Ai que eu caio! Ai que eu caio! Quem me acode? Quem me acode?
- Quem és tu, gotinha? - perguntou a nossa história, muito intrigada.
- Perdi-me das minhas irmãs e não sei onde estou. Só sei que se caio daqui abaixo é o meu fim, porque a terra bebe-me num instante!
A história ficou cheia de pena: e no seu desejo de ser útil, pela primeira vez na vida, fez um esforço enorme e tranformou-se em pedra que partiu a vidraça.
Ao cair no chão, transformou-se numa rosa vermelha que subiu até à gotinha desesperada.
- Deixa-te cair! Deixa-te cair, que eu levo-te para muito longe! - gritou ela, em sua nova cor vibrante.
Lentamente, a gotinha deixou-se escorregar para dentro daquela rosa tão simpática. E ela levou-a pelos céus fora, ao encontro das suas irmãs, contente de já não estar sozinha e triste junto de uma lareira apagada.
Eu gostei desta história porque fala de amor…
e ter começado a chamar-se, nesse preciso momento, «a história das aventuras de uma gotinha de água, por este mundo de medos e de espaços!».
Obs: Trabalho pessoal.
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sexta-feira, maio 15, 2009
segunda-feira, março 09, 2009
O Cão e o Gato
Era uma vez um cão e um gato.
O cão vivia numa casota e o gato numa árvore.
Um dia o cão viu o gato em cima da árvore. O cão não gostava nada, mesmo nada dos gatos; por isso, queria comê-lo.
Disse o cão:
- Gato, gato anda aqui à minha beira.
O gato, todo contente, foi à beira do cão e perguntou-lhe:
- O que é? Que queres ?
E o cão disse :
- Vamos para a minha casota.
O gato respondeu :
- Está bem.
- Ainda bem que queres vir comigo. Depois vamos dar um passeio na bouça.
- Deve ser bonita, a bouça, mas... é muito longe da tua casota?
- Não é longe. Por acaso é muito perto, mas voltamos ainda de dia.
- Então está bem. Porque tu não vês no escuro.
- Não. Eu vejo no escuro como tu mas quero ir de dia para ver os meus amigos cães.
- Eu quero ver os meus amigos gatos e os meus pais.
Eu vou andar a caçar ra.
O que é que tu vais fazer com os teus amigos cães ?
- Vou caçar gatos, mas não é a ti. Podes estar descansado.
- Está bem! Já estava a ficar assustado.
- Então vamos lá à bouça. Lá tem comida para mim.
Texto redigido em grupo com a Sara.
Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula.
O cão vivia numa casota e o gato numa árvore.
Um dia o cão viu o gato em cima da árvore. O cão não gostava nada, mesmo nada dos gatos; por isso, queria comê-lo.
Disse o cão:
- Gato, gato anda aqui à minha beira.
O gato, todo contente, foi à beira do cão e perguntou-lhe:
- O que é? Que queres ?
E o cão disse :
- Vamos para a minha casota.
O gato respondeu :
- Está bem.
- Ainda bem que queres vir comigo. Depois vamos dar um passeio na bouça.
- Deve ser bonita, a bouça, mas... é muito longe da tua casota?
- Não é longe. Por acaso é muito perto, mas voltamos ainda de dia.
- Então está bem. Porque tu não vês no escuro.
- Não. Eu vejo no escuro como tu mas quero ir de dia para ver os meus amigos cães.
- Eu quero ver os meus amigos gatos e os meus pais.
Eu vou andar a caçar ra.
O que é que tu vais fazer com os teus amigos cães ?
- Vou caçar gatos, mas não é a ti. Podes estar descansado.
- Está bem! Já estava a ficar assustado.
- Então vamos lá à bouça. Lá tem comida para mim.
Texto redigido em grupo com a Sara.
Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula.
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